Ficção • Curta-Metragem • 15min
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Fase: Lançado em 15 de fevereiro de 2025.
Gênero: Drama
Classificação Indicativa: CA 12 Anos
Direção:
• Eduardo P. Moreira
Produção Executiva:
• Josilene Félix, Eduardo P. Moreira
Direção de Produção:
• Josélia Nery, Jean Farias
Direção de Fotografia:
• Lívio Brandão
Direção de Arte:
• Josélia Nery
Roteiro:
• Eduardo P. Moreira
Trilha Sonora:
• Markel Trindade
Elenco:
• Davi Monteiro, Zezita Matos, Cícera Bezerra, Ruan Felipe, Lisie Chagas, Jean Farias.
Melhor Filme Juri Popular
3º EducAção - Festival Internacional de Cinema Educação e Preservação
Curitiba-PR; 2025
Indicado a Melhor Filme
2º Festival de Cinema Miracine
Miranorte-TO; 2025
Indicado a Melhor Roteiro
2º Festival de Cinema Miracine
Miranorte-TO; 2025
Seleção Oficial
Lift-Off Global Network Sessions
Pinewood Studios, Inglaterra; 2025
Seleção Oficial
2º Curta Campo Grande
Campo Grande-MS; 2025
Seleção Oficial: Mostra Online
18º Festival Taguatinga de Cinema
Taguatinga-DF; 2025
Seleção Oficial
1ª Mostra de Cinema Doutor Pedrinho
Doutor Pedrinho-SC; 2025
Seleção Oficial
1ª Mostra de Cinema Ipapety
Mogi das Cruzes-SP; 2025
Filme Convidado
8º CineForte - Mostra Audiovisual de Cabedelo
Cabedelo-PB; 2025
Em uma pequena cidade da Paraíba, João, um tímido adolescente de 14 anos, enfrenta o bullying de um casal de valentões e nutre um temor irracional por Chibata, uma moradora de rua misteriosa. Entre medos e desafios, ele é levado a questionar suas percepções e preconceitos, descobrindo que as aparências podem esconder histórias profundas e transformadoras.
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Chibata é um curta-metragem de ficção produzido na cidade de Pilar-PB pela Despertarte Cia. de Cinema em parceria com a Orbe Produções e a Maré Produtora, que traz uma abordagem sensível sobre preconceito e empatia. Com uma estética realista e uma narrativa imersiva, o filme utiliza planos que ressaltam a subjetividade do protagonista e a atmosfera da cidade. A produção prioriza locações autênticas, elenco local e uma fotografia que valoriza a ambientação, conferindo veracidade e impacto visual à história. O projeto foi financiado pela Lei Paulo Gustavo do Município de Pilar-PB, fortalecendo o audiovisual local.
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